
As cirurgias de redesignação sexual têm como objetivo alinhar os órgãos sexuais de um
indivíduo de acordo com sua identidade de gênero.
É sabido que o processo pessoal de adequação de gênero é complexo, e tem raízes
sociais, psicológicas e emocionais, com desdobramentos essenciais na qualidade de
vida da pessoa trans.
O conjunto de cirurgias de redesignação sexual não é indispensável para o processo de
afirmação de gênero, porém, quando necessária, desejada e bem indicada pela equipe
médica e multidisciplinar, pode ser considerado como o fator com maior impacto na
jornada de adequação da real identidade.
Existe uma série de técnicas de cirurgias de afirmação de gênero, sendo as principais:
1) Cirurgias feminilizantes: inversão peniana, retalho de sigmóide ou peritônio e
enxerto de delgado.
2) Cirurgias masculinizantes: metoidioplastia, neofaloplastias, prótese de
testículo, ressecção e fechamento da vagina.


